
The OGA Circle
Ler, conversar e desaprender em comunidade.
Círculo
Conhecimento livre, aprendizagem coletiva
O The OGA Circle é um círculo virtual, global e gratuito de leitura, reflexão e cuidado comunitário. Nos reunimos em torno de textos de domínio público escritos por pensadoras e pensadores negros, indígenas e racializados, com atenção especial às vozes do Sul Global.
Acreditamos que o conhecimento deve ser libertado, não privatizado, e que aprender deve construir solidariedade, não hierarquia.
Todas as pessoas são bem-vindas, inclusive aliadas de qualquer trajetória.
Por que um círculo
Todas as pessoas carregam formas de pensar moldadas por séculos de dominação e apagamento. Pela leitura crítica e pelo diálogo, o Círculo convida a desaprender o que a colonização ensinou sobre valor, conhecimento e poder, e a transformar reflexão em ação.
Como funciona
- Textos livres: lemos apenas obras de domínio público, legalmente acessíveis a todas as pessoas.
- Uma hora por mês: encontros virtuais curtos e focados. A câmera é opcional.
- Escuta e respeito: um espaço de investigação coletiva e cuidado mútuo.
- Práxis: cada encontro liga o que lemos ao que fazemos.
O primeiro círculo
O primeiro círculo será em inglês, com até 15 participantes, para manter a conversa próxima. Depois da inscrição, você entra num grupo privado onde definimos em conjunto a data e o horário. Se as vagas estiverem preenchidas, sua inscrição vai para a lista de espera.
Nossos acordos
- Centrar vozes BIPOC: honrar as experiências, as ideias e a agência de quem lemos e das comunidades que representam.
- Diálogo respeitoso: questionar ideias, não pessoas.
- Falar a partir do “eu”: compartilhar a partir da sua posição e experiência.
- Desaprender em comunidade: reconhecer o trabalho comum de desmontar padrões coloniais de pensamento.
- Práxis no centro: ler é só o começo.
O que vem por aí
Este é só o começo. Os próximos círculos vão se abrir a novos idiomas, regiões e temas, do pensamento de libertação africano à filosofia indígena e às tradições decoloniais asiáticas e das ilhas do Pacífico. A ideia é cultivar círculos interligados pelo mundo, cada um enraizado na sua realidade local.




