Na cultura guarani, “óga” significa “lar”, um conceito que vai além da família nuclear para abranger um sentido mais amplo de parentesco e comunidade.
A partir dessa palavra indígena, a OGA simboliza nosso esforço para restabelecer a conexão com a natureza, entre nós e com os sistemas vivos que nos sustentam. Consideramos que essa reconexão faz parte do trabalho de decolonização: sanar a separação entre as pessoas e o planeta e voltar a fundamentar a ação coletiva no cuidado, na reciprocidade e no senso de pertencimento.

OGA · Missão
Na OGA (Opportunities for Grassroots Action – Oportunidades para a Ação de Base), nosso logotipo — uma pequena planta que brota da terra — simboliza o crescimento, a resiliência e as raízes profundas da ação coletiva. As sete folhas refletem nossos princípios fundamentais: valores vivos que orientam a forma como trabalhamos, nos conectamos e promovemos a transformação a partir da base.
Nossa missão é simples: ajudar as iniciativas de base a florescerem. Por meio da visibilidade, do desenvolvimento de capacidades e de uma colaboração genuína, nosso objetivo é cultivar um ecossistema global no qual os agentes de mudança de base possam crescer em conjunto, unidos por um propósito comum e prosperando graças à ação coletiva.
OGA WEB
Nossas histórias 🌱
Os artigos do nosso blog estão disponíveis em Inglês, Espanhol, e Português.
Cacique Tapi Yawalapiti: Mantendo a Floresta em Pé

Cacique Tapi Yawalapiti, liderança indígena do Alto Xingu, compartilha em primeira pessoa sua trajetória de defesa da floresta, preservação da cultura e preparação de novas lideranças. Saiba como ele mantém a cultura viva e protege o meio ambiente.
Leyla Noriega: Falando pelo Território, Cultura e Comunidade

Uma homenagem a Leyla Noriega, jornalista aimara, comunicadora de base, ativista e cofundadora da Rádio AYNI. Por meio de sua história e de nossa colaboração no projeto ‘All We Have Is Us’, celebramos sua voz, seu trabalho e as comunidades e territórios que ela lutou para defender.
Quem são os Rohingya? A Crise por Trás do Maior Campo de Refugiados do Mundo

Nove anos após terem fugido do genocídio em Mianmar, 1,1 milhão de refugiados rohingya continuam apátridas em Bangladesh. Veja o que está acontecendo e por que a OGA está dando visibilidade às suas vozes.
Conceição Evaristo: Escrevivência e a Literatura Que Se Recusa a Ser Silenciada

Conceição Evaristo cunhou o termo “escrevivência”, transformando sua própria vida e a memória coletiva das mulheres pretas brasileiras em literatura da qual elas mesmas são autoras. Um olhar sobre sua trajetória, ideias e por que a equidade narrativa começa com quem tem o direito de contar a história.





