Uma mulher indígena com um cesto de colheita caminha ao lado de uma menina com uma borboleta no cabelo, arte de Juliana Gomes (Jaguatirika)

The OGA Circle

Ler, conversar e desaprender em comunidade.

Círculo

Conhecimento livre, aprendizagem coletiva

O The OGA Circle é um círculo virtual, global e gratuito de leitura, reflexão e cuidado comunitário. Nos reunimos em torno de textos de domínio público escritos por pensadoras e pensadores negros, indígenas e racializados, com atenção especial às vozes do Sul Global.

Acreditamos que o conhecimento deve ser libertado, não privatizado, e que aprender deve construir solidariedade, não hierarquia.

Todas as pessoas são bem-vindas, inclusive aliadas de qualquer trajetória.

Por que um círculo

Todas as pessoas carregam formas de pensar moldadas por séculos de dominação e apagamento. Pela leitura crítica e pelo diálogo, o Círculo convida a desaprender o que a colonização ensinou sobre valor, conhecimento e poder, e a transformar reflexão em ação.

Como funciona

  • Textos livres: lemos apenas obras de domínio público, legalmente acessíveis a todas as pessoas.
  • Uma hora por mês: encontros virtuais curtos e focados. A câmera é opcional.
  • Escuta e respeito: um espaço de investigação coletiva e cuidado mútuo.
  • Práxis: cada encontro liga o que lemos ao que fazemos.

O primeiro círculo

O primeiro círculo será em inglês, com até 15 participantes, para manter a conversa próxima. Depois da inscrição, você entra num grupo privado onde definimos em conjunto a data e o horário. Se as vagas estiverem preenchidas, sua inscrição vai para a lista de espera.

Nossos acordos

  • Centrar vozes BIPOC: honrar as experiências, as ideias e a agência de quem lemos e das comunidades que representam.
  • Diálogo respeitoso: questionar ideias, não pessoas.
  • Falar a partir do “eu”: compartilhar a partir da sua posição e experiência.
  • Desaprender em comunidade: reconhecer o trabalho comum de desmontar padrões coloniais de pensamento.
  • Práxis no centro: ler é só o começo.

O que vem por aí

Este é só o começo. Os próximos círculos vão se abrir a novos idiomas, regiões e temas, do pensamento de libertação africano à filosofia indígena e às tradições decoloniais asiáticas e das ilhas do Pacífico. A ideia é cultivar círculos interligados pelo mundo, cada um enraizado na sua realidade local.