Na cultura guarani, “óga” significa “lar”, um conceito que vai além da família nuclear para abranger um sentido mais amplo de parentesco e comunidade.
A partir dessa palavra indígena, a OGA simboliza nosso esforço para restabelecer a conexão com a natureza, entre nós e com os sistemas vivos que nos sustentam. Consideramos que essa reconexão faz parte do trabalho de decolonização: sanar a separação entre as pessoas e o planeta e voltar a fundamentar a ação coletiva no cuidado, na reciprocidade e no senso de pertencimento.

OGA · Missão
Na OGA (Opportunities for Grassroots Action – Oportunidades para a Ação de Base), nosso logotipo — uma pequena planta que brota da terra — simboliza o crescimento, a resiliência e as raízes profundas da ação coletiva. As sete folhas refletem nossos princípios fundamentais: valores vivos que orientam a forma como trabalhamos, nos conectamos e promovemos a transformação a partir da base.
Nossa missão é simples: ajudar as iniciativas de base a florescerem. Por meio da visibilidade, do desenvolvimento de capacidades e de uma colaboração genuína, nosso objetivo é cultivar um ecossistema global no qual os agentes de mudança de base possam crescer em conjunto, unidos por um propósito comum e prosperando graças à ação coletiva.
OGA WEB
Nossas histórias 🌱
Os artigos do nosso blog estão disponíveis em Inglês, Espanhol, e Português.
Luza Borum Krenak: O Ventre da Memória e a Voz Ancestral que Atravessa o Tempo

O Jogo do Povo: Por que o Futebol Pertence à Maioria Global

Enquanto o mundo assiste à Copa do Mundo, celebramos as comunidades que fizeram do futebol a linguagem mais universal da humanidade, lembrando-nos que a esperança nunca pertenceu exclusivamente às nações mais ricas do mundo.
Abya Yala e Turtle Island: mundos vivos antes da colonização

Uma leitura decolonial sobre Abya Yala e Ilha da Tartaruga, explorando cosmovisões indígenas, oralidade e sistemas de vida antes da colonização, com dados históricos e linha do tempo.
Além do fenômeno de impostor: as raízes intergeracionais da autoexclusão das pessoas pretas, indígenas e racializadas

Nos espaços profissionais e de liderança, um padrão curioso e generalizado manifesta-se frequentemente entre os profissionais oriundos da Maioria Global: a tendência aparentemente paradoxal de se retraírem, se autossabotarem ou recuarem precisamente quando lhes é concedida a autonomia, a confiança e as oportunidades que desejavam.





