
Quando o Corpo é Território, a Fronteira Desaparece
Território não é linha, é relação. Quando o corpo é território, ele deixa de ser fronteira e passa a ser vínculo vivo. Decolonizar é desaprender separações e lembrar que nunca existimos sozinhos.

Território não é linha, é relação. Quando o corpo é território, ele deixa de ser fronteira e passa a ser vínculo vivo. Decolonizar é desaprender separações e lembrar que nunca existimos sozinhos.

Cleidiane Tremembé ensina matemática a partir do território, da ancestralidade e da vida coletiva do povo Tremembé, desafiando a separação entre saberes tradicionais e conhecimento científico. Sua prática revela a educação como continuidade, resistência e transformação.

Lélia Gonzalez (1935-1994) foi a voz que nos ensinou a encarar o colonialismo pelo avesso. Antropóloga, professora e pensadora fundamental, ela criou a Amefricanidade para desmascarar a farsa da democracia racial e unir as lutas negras e indígenas. Descubra como o pensamento dela é a chave decolonial para a nossa cura coletiva.

Abril, em Pindorama (Brasil), é um convite à escuta dos povos originários e à força das mulheres indígenas. Em parceria com a Indique, o Instituto Aldeia Verde e o projeto Guardiãs do Bem Viver, a OGA realiza uma roda de escuta sobre ancestralidade, território e bem viver.

Como assistente social, intérprete, tradutor e contador de histórias visuais em Gaza, Ebrahim Mussalam demonstra talento profissional e resiliência sob imensa pressão. Leia sua história, inspire-se e descubra como você pode entrar em contato com ele para oportunidades.

Geni Núñez convida a questionar como a colonialidade moldou o amor e o cuidado. A partir de uma perspectiva Guarani, ela desnaturaliza modelos únicos de relação e abre espaço para imaginar vínculos múltiplos baseados em cuidado, liberdade e reciprocidade.