
Quando o Corpo é Território, a Fronteira Desaparece
Território não é linha, é relação. Quando o corpo é território, ele deixa de ser fronteira e passa a ser vínculo vivo. Decolonizar é desaprender separações e lembrar que nunca existimos sozinhos.


Território não é linha, é relação. Quando o corpo é território, ele deixa de ser fronteira e passa a ser vínculo vivo. Decolonizar é desaprender separações e lembrar que nunca existimos sozinhos.

Geni Núñez convida a questionar como a colonialidade moldou o amor e o cuidado. A partir de uma perspectiva Guarani, ela desnaturaliza modelos únicos de relação e abre espaço para imaginar vínculos múltiplos baseados em cuidado, liberdade e reciprocidade.