
The Map of Sovereignty: Reclaiming Indigenous Names to Avoid Erasure
To name is to summon into being. To rename is to assert dominion.

To name is to summon into being. To rename is to assert dominion.

Desde los deltas fluviales de Nigeria hasta los bosques de Abya Yala, desde las llanuras indias hasta las favelas de Brasil, las mujeres del Sur han estado reescribiendo durante mucho tiempo lo que significa la libertad. No la libertad como algo dado, sino como algo recuperado — de los huesos de los imperios, los márgenes de la historia y las lenguas silenciadas de nuestras madres.

Dos deltas fluviais da Nigéria às florestas de Abya Yala, das planícies indianas às favelas do Brasil, as mulheres do Sul têm reescrito há muito tempo o que liberdade significa. Não a liberdade como algo concedido, mas como algo recuperado — dos ossos dos impérios, das margens da história e das línguas silenciadas de nossas mães.

From the river deltas of Nigeria to the forests of Abya Yala, from the Indian plains to the favelas of Brazil, the women of the South have long been rewriting what freedom means. Not freedom as something given, but as something reclaimed — from the bones of empires, the margins of history, and the silenced tongues of our mothers.

Vuelve a conectar con la increíble tía Lilla Watson, mientras OGA Voces celebra el legado imperecedero de esta anciana murri, uno de los primeros pueblos del continente Sahul. Arraigada en su tierra gangulu, su sabiduría redefinió la solidaridad, enseñándonos que el compromiso genuino no es caridad, sino una necesidad mutua para la liberación colectiva.

Reconecte-se com a incrível tia Lilla Watson, enquanto a OGA Vozes celebra o legado desta anciã Murri, um dos primeiros povos do continente Sahul. Com raízes em sua terra Gangulu, sua sabedoria redefiniu a solidariedade, ensinando-nos que o engajamento genuíno não é caridade, mas uma necessidade mútua para a libertação coletiva.